“Um Tio Quase Perfeito 3” leva Tio Tony a uma nova aventura sobre afeto e família

Com Marcus Majella de volta ao papel principal, terceiro filme da franquia mistura humor, desafios da vida familiar e a chegada inesperada de um bebê.
Quase dez anos depois de conquistar o público com as trapalhadas e o jeito irreverente de Tio Tony, a franquia “Um Tio Quase Perfeito” chega ao terceiro capítulo com uma história que combina comédia, emoção e transformações familiares. Protagonizado por Marcus Majella, o longa encerra a trilogia dirigida por Pedro Antonio e estreou nos cinemas brasileiros em 8 de outubro, às vésperas do Dia das Crianças.
A nova produção acompanha uma fase diferente na vida de Tony. Os sobrinhos cresceram e começam a construir seus próprios caminhos. Patrícia planeja estudar no Pantanal, João quer realizar um filme e Valentina se prepara para um curso de dança em Minas Gerais. Diante da independência dos jovens, Tony precisa enfrentar a sensação de estar ficando para trás e encontrar uma nova maneira de participar da vida daqueles que sempre foram tão próximos.
É nesse momento que uma situação inesperada muda completamente sua rotina: uma bebê é deixada à porta de sua casa. Sem saber como agir, ele recorre aos sobrinhos para tentar descobrir quem são os pais da criança. A partir daí, o grupo se envolve em uma sucessão de situações inusitadas, que incluem noites maldormidas, fraldas, papinhas e até uma passagem pela delegacia, onde Tony acaba acusado de ter roubado a menina.
Por trás das confusões, a história abre espaço para uma reflexão sobre os vínculos afetivos e as diferentes formas de construir uma família. A chegada da pequena Alice coloca o protagonista diante de novas responsabilidades e da possibilidade de descobrir um sentido diferente para essa etapa da vida. Entre o humor e a emoção, a experiência promete transformar a relação de Tony com os sobrinhos e com o próprio futuro.

Fotos: Daniel Chiacos.
O encerramento de um ciclo
Para Pedro Antonio, concluir a trilogia representa a oportunidade de acompanhar a evolução do personagem e apontar novos caminhos para sua história. O diretor conta que já imaginava um terceiro filme enquanto trabalhava no segundo, com a intenção de encerrar um ciclo da vida de Tony e, ao mesmo tempo, deixar espaço para um futuro diferente.
Em parceria com a roteirista Sabrina Garcia, a proposta foi desenvolver uma narrativa que tratasse a formação de uma nova família com afeto e leveza. A ideia encontra expressão em uma das mensagens centrais da produção: não existe um único modelo de família, mas diferentes maneiras de estabelecer laços, compartilhar responsabilidades e construir relações de cuidado.
A temática ganha força porque Tony sempre ocupou um lugar importante na vida dos sobrinhos. Agora, com os jovens seguindo seus próprios planos, ele precisa descobrir como se adaptar às mudanças sem perder a conexão com aqueles que ama. A história acompanha esse processo de amadurecimento e mostra que os laços familiares também podem se transformar com o tempo.
Marcus Majella e os desafios de contracenar com um bebê

Se a ficção reserva surpresas para Tio Tony, os bastidores também apresentaram desafios particulares para Marcus Majella. Trabalhar com uma bebê exigiu do ator uma dinâmica diferente daquela encontrada nas cenas convencionais, especialmente porque crianças tão pequenas não seguem marcações ou o ritmo planejado de uma gravação.
Ao recordar a experiência, Majella descreveu o processo como um exercício de desapego, marcado pela necessidade de abandonar expectativas e reagir espontaneamente ao que acontecia diante das câmeras. A imprevisibilidade, segundo o ator, acabou contribuindo para o humor e a naturalidade das situações. A convivência com a pequena intérprete tornou-se, assim, parte importante da experiência de filmagem.
O elenco reúne nomes conhecidos dos filmes anteriores, como Danton Mello, Letícia Isnard e Ana Lúcia Torre, além de Julia Svacinna, João Kalume e Soffia Monteiro, que retomam seus personagens. A produção também marca a estreia de Maria Eduarda Rodrigues no cinema, interpretando a bebê Alice.

Uma comédia sobre as mudanças da vida
Com roteiro assinado por Sabrina Garcia, Pedro Antonio e Rodrigo Goulart, “Um Tio Quase Perfeito 3” aposta na combinação entre humor, confusões cotidianas e sentimentos reconhecíveis. A narrativa acompanha tanto o amadurecimento dos sobrinhos quanto a necessidade de Tony de encontrar seu lugar em uma família que já não funciona como antes.
Mais do que uma sequência de situações engraçadas, o filme propõe um olhar sobre as mudanças que acompanham o crescimento, a independência e as novas responsabilidades. A comédia surge das dificuldades do protagonista em lidar com uma realidade inesperada, mas também do afeto que sustenta suas relações. A presença da bebê cria novas possibilidades para o personagem e ajuda a conduzir a história até seu desfecho.
Distribuído pela H2O Films, com codistribuição da Sony Pictures, o longa é produzido pela Arpoador Audiovisual, em coprodução com H2O Produções e Sony Pictures, e realizado com parceria da RioFilme. A produção chega às telas como o capítulo final de uma franquia que encontra na relação entre tio e sobrinhos o ponto de partida para discutir pertencimento, cuidado e os muitos formatos que uma família pode assumir.
SERVIÇO

Filme: Um Tio Quase Perfeito 3
Estreia: 8 de outubro de 2026
Direção: Pedro Antonio
Roteiro: Sabrina Garcia, Pedro Antonio e Rodrigo Goulart
Elenco: Marcus Majella, Danton Mello, Letícia Isnard, Ana Lúcia Torre, Julia Svacinna, João Kalume, Soffia Monteiro e Maria Eduarda Rodrigues
Produção: Arpoador Audiovisual
Distribuição: H2O Films
Codistribuição: Sony Pictures
Gênero: Comédia
Exibição: Exclusivamente nos cinemas
